Redes sociais e pornografia os sites que mais atraem cria nças e jovens

20 jun 2013
Comunicados de Imprensa

As redes sociais (31,26%) e as páginas de pornografia (16,83%) são os sites que mais atraem os menores na Internet

Os recursos pornográficos (16,8%) perderam a primeira posição detida no ano passado. Agora, os menores estão mais interessados nas redes sociais (31,3%)

No último mês, os módulos de controlo parental da Kaspersky registaram mais de 52 milhões de tentativas de visita a redes sociais e mais de 25 milhões de tentativas de acesso a sites pornográficos

Lisboa, 20 de Junho de 2013 – Chegam as férias de verão e, com elas, mais tempo livre para as crianças e jovens. É mais frequente que nesta época do ano os menores passem mais tempo á frente do computador ligados à Internet, que é uma fonte de informação e conhecimento muito útil durante a época escolar, mas quando usada sem restrições pode ser perigosa para os pequenos internautas. Existem diferentes ameaças para os menores, dos vírus às fraudes, além do acesso a conteúdos não apropriados para a sua idade.

As famílias de hoje em dia tendem a ter cada vez mais dispositivos com acesso à Internet, o que significa que é mais fácil do que nunca para as crianças acederem à Web e mais difícil do que nunca poder controlar o que fazem. Segundo um estudo realizado pela B2B Internacional para a Kaspersky Lab em Abril de 2013, em média, cada família é proprietária de dois ou três PCs ou portáteis, um ou dois smartphones e um tablet Os menores utilizam todos estes dispositivos e as opções de controlo parental nem sempre estão correctamente configuradas.

Os peritos da Kaspersky Lab analisaram o comportamento dos módulos do controlo parental incluídos nas suas soluções de segurança e, nos primeiros cinco meses de 2013, concluíram que os recursos potencialmente perigosos mais atractivos para os menores na Internet, ou os que tentam visitar com mais frequência, foram os seguintes:

  • Redes sociais (31,26%)
  • Sites pornográficos e eróticos (16,83%)
  • Lojas online (16,65%)
  • Chats e fórums (8,09%)
  • Webmail (7,39%)
  • Recursos que contêm software ilegal (3,77%)
  • Mini jogos online (3,19%)

Este ano os recursos pornográficos (16,8%) perderam a primeira posição, porque, a julgar pela estatística, os menores passam a maior parte do tempo nas redes sociais (31,3%) onde também existem muitas ameaças (conteúdos potencialmente perigosos para crianças ou tentativas de contacto por parte de pessoas suspeitas e desconhecidos). Inesperadamente, as “Lojas na Internet” (16,7%) aparecem nas primeiras três posições, deixando para trás os chats, fóruns e serviços de email.

Os sites mais populares entre os menores 
Os sites mais populares entre os menores

Em termos absolutos, no último mês os módulos de controlo parental da Kaspersky registaram mais de 52 milhões de tentativas de visita a redes sociais e mais de 25 milhões de tentativas de acesso a sites pornográficos.

Além disso, o Top 3 dos primeiros meses de 2013 também inclui as lojas online. Segundo os analistas da Kaspersky Lab, os menores visitam estas lojas em busca de brinquedos, videojogos ou produtos similares. Nestas circunstâncias, os pais devem ter especial cuidado: se as crianças sabem onde guardam os seus cartões bancários, podem utilizá-los para fazer compras não desejadas ou inclusive ser vítimas de lojas falsas criadas pelos cibercriminosos.

"Como sempre, é melhor prevenir do que remediar. Este é o princípio que rege a nossa tecnologia de controlo parental. No mundo moderno, o acesso a qualquer tipo de informação tornou-se extremamente facilitado. Ao mesmo tempo, os menores são especialmente vulneráveis e as suas atitudes são, por natureza, ingénuas. Portanto, as ferramentas que protegem crianças e jovens de conteúdos inapropriados devem sempre ser tidas muito em conta”, afirma Konstantin Ignatyev, Web Content Analysts Group Manager da Kaspersky Lab.

Segundo os analistas da Kaspersky Lab, o uso do controlo parental é necessário, já que oferece aos pais a possibilidade de limitar o acesso a recursos Web ou à execução de determinadas aplicações, cujo conteúdo possa causar danos aos menores. Além disso, é possível controlar a sua actividade nas redes sociais e nos chats de uma forma discreta e inteligente, sem bloquear o acesso por completo. Do mesmo modo, os pais podem estabelecer horários de uso do PC ou de qualquer dispositivo por parte dos seus filhos, impedindo que o equipamento seja ligado fora do horário estabelecido.

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