Poderá o jogo online Minecraft ser um risco para os menores?

17 out 2013
Comunicados de Imprensa

  • Quando falamos de jogos online, como o Minecraft, o vício e a obsessão não são os únicos riscos. Os menores podem ter acesso a conteúdos inapropriados ou pessoas desconhecidas se não forem tomadas as medidas de segurança adequadas

  • 11% dos pais europeus confirmam ter descoberto que os seus filhos cederam ou viram conteúdos inapropriados na Internet em algum momento.

  • 68% dos pais europeus manifestam a necessidade de contar com ferramentas ou software que garanta a segurança online dos seus filhos

  • O Controlo Parental permite definir diferentes perfis de acesso à Internet e às redes sociais de acordo com a idade, classificar os videojogos para controlar o seu uso e estabelecer limites no tempo de jogo


Minecraft, o popular jogo online, conta já com uma comunidade virtual composta por mais de 33 milhões de jogadores em todo mundo. Trata-se de um jogo de construção virtual muito aditivo que tem prendido ao computador grande parte de uma geração, sobretudo crianças e jovens. Uma das partes do jogo consiste em ver vídeos do YouTube (entre os 62 milhões de vídeos já publicados) em que os jogadores exibem os mundos virtuais que já construíram. A comunidade de jogadores também é rápida a trocar informações nas redes sociais (o jogo tem 7 milhões de fãs só no Facebook) ou via Skype.

De acordo com os analistas da Kaspersky Lab, embora o Minecraft não seja um jogo perigoso para as crianças, implica risco de exposição a conteúdos ou pessoas inapropriados (links maliciosos no YouTube e Facebook, contactos de Skype falsos, etc.). Tal como se conclui dos dados do Estudo Segurança Multidispositivo 2013, realizado pela B2B International para a Kaspersky Lab, este é um problema bastante comum. Segundo o estudo, 11% dos pais na Europa confirmam ter descoberto que os seus filhos acederam ou visualizaram conteúdos inapropriados na Internet em algum momento.

Alguns pais decidem proibir os seus filhos de jogar Minecraft para evitar o perigo, mas a solução não tem que ser tão extrema. Com efeito, 68% dos pais manifestam a necessidade de contar com ferramentas ou software que garanta a segurança online dos seus filhos.


As soluções de Controlo Parental que algumas suites de segurança, como Kaspersky Internet Security 2014 e Kaspersky Pure 3.0 integram, dão resposta a essa necessidade: permitem definir diferentes perfis de acesso à Internet e redes sociais de acordo com a idade, classificar os videojogos para controlar o seu uso e estabelecer limites no tempo de jogo.

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