Os perigos das redes Wi-Fi gratuitas em férias

26 jul 2013
Updates News

Lisboa 26 de Julho de 2013 - Em férias vamos de viagem e passamos mais tempo fora de casa. Durante esses momentos de lazer não queremos renunciar à possibilidade de nos ligarmos à Internet a partir dos nossos dispositivos, mas também não queremos que a factura nos dê um susto no final do mês. Os aeroportos, hotéis ou cafés costumam ter hotspots ou pontos de conexão Wi-Fi gratuitos que nos permitem navegar sem custos, mas a maioria das vezes estes dados não estão encriptados, o que significa que qualquer um os pode interceptar com fins maliciosos.
Segundo a Kaspersky Lab, devemos ter em conta a quantidade de informação que se envia e se recebe através deste tipo de redes públicas, sobretudo se forem dados pessoais, como passwords, nomes de utilizador ou informação financeira. As redes Wi-Fi públicas não são a melhor alternativa.
A melhor opção é usar uma ligação VPN (Rede Privada Virtual), ainda que muitos administradores de serviços públicos de ligação à Internet bloqueiem este acesso para garantirem que a sua rede não é utilizada com fins maliciosos. Deste modo, ao poder-nos ligar apenas à rede Wi-Fi dos hotspots, permitimos aos cibercriminosos lançar ataques "man-in-the-middle” ou intermediários, em que o hacker pode aceder ao nosso dispositivo e ler, inserir e modificar à vontade as mensagens sem que ninguém se dê conta disso.

O que fazer se a VPN estiver bloqueada?

• Em alguns casos, uma ligação SSL ou Protocolo de Nível de Ligação Segura (https) pode ajudar. É necessário escrever  na barra de endereços https: / / seguido do nome de domínio antes de visitar qualquer página Web. Quando a página é carregada, devemos comprovar que o certificado utilizado para a encriptação é válido e nos direcciona para o site autêntico.
• Outra solução é usar uma ligação Ethernet por cabo em vez de uma conexão Wi-Fi. Muitos estabelecimentos dispõem deste tipo de conexão, que é bem mais segura.
• Em todo o caso, se a ligação for feita a partir de um lugar público, é melhor não utilizar os serviços de banca electrónica ou pagamento electrónico, já que esses dados são o principal objectivo dos hackers.

Hotspots falsos

É complicado saber se o utilizador se ligou realmente através do ponto de acesso oficial. Se um hacker criar um ponto de acesso com um nome idêntico e uma intensidade de sinal superior ao oficial, os utilizadores podem acabar por seleccionar este ponto de acesso falso para aceder através dos seus dispositivos. Basta apenas que o hacker crie rapidamente uma página de início de sessão para conseguir iniciar um ataque man-in-the-middle.
As mesmas precauções para todos o PCs também se aplicam aos tablets e smartphones. As soluções de segurança, como o Kaspersky Mobile Security ou o Kaspersky Tablet Security, protegem estes dispositivos para que tenha sempre uma navegação segura.

Links
• http://newsroom.kaspersky.eu/pt/home/

© 1997 - 2014 Kaspersky Lab ZAO.

Todos os direitos reservados.