Check Point apresenta resultados do segundo do seu exercício fiscal 2013

Check Point apresenta resultados do segundo do seu exercício fiscal 2013

26 abr 2013
Comunicados de Imprensa, Notícias de Negócios

Gil Shwed conferencia CPX 2013

Lisboa, 26 de Julho de 2013.- A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), líder em soluções de segurança para Internet, anuncia os resultados financeiros do segundo trimestre do seu ano fiscal 2013, concluído no passado dia 30 de Junho.

  • Facturação: 340,2 milhões de dólares, o que representa um incremento de 4% face ao ano anterior
  • Receitas de exploração (não-GAAP): 197,9 milhões de dólares, ou 58% das receitas
  • Lucro por acção (não-GAAP): EPS: 0,83 dólares, o que representa um aumento inter-anual de 8%
  • Fluxo de tesouraria: 204,7 milhões de dólares, com um crescimento inter-anual de 30%

“Estamos muito satisfeitos com os resultados do nosso segundo trimestre fiscal, que se caracterizaram por um excelente crescimento sequencial nas nossas vendas de produtos”, afirma Gil Shwed, fundador, presidente e CEO da Check Point Software Technologies. “Os melhores resultados registaram-se no mercado americano e, no que se refere a produto, o destaque vai para as nossas novas appliances para centros de dados, enquanto os nossos ‘software blades’ continuaram a contribuir com crescimentos anuais de dois dígitos, com a prevenção de ameaças e o controlo de aplicações como principais factores de geração de ganhos”.

Metas financeiras

  • Facturação total: 340,2 milhões de dólares, com um aumento de 4 por cento, comparado com o segundo trimestre de 2012.
  • Receitas de exploração GAAP: 183,3 milhões de dólares, com um crescimento de 2%, comparado com os 180,5 milhões registados no segundo trimestre de 2012. A margem operativa foi de 54%, comparado com 55% no segundo trimestre de 2012.
  • Receitas de exploração não-GAAP: 197,9 milhões de dólares, com um aumento de 2%, comparado com os 193,6 milhões registados no segundo trimestre de 2012. A margem operativa foi de 58%, comparada com 55% no segundo trimestre de 2012.
  • Receitas líquidas e lucro por acção GAAP: As receitas líquidas GAAP foram de 151 milhões de dólares, com um aumento de 1%, em comparação com os 150 milhões do segundo trimestre de 2012. O lucro GAAP por acção foi de 0,76 dólares, um aumento de 7% face ao segundo trimestre de 2012 (0,71 dólares).
  • Receitas líquidas e lucro por acção não-GAAP: As receitas líquidas não-GAAP foram de 165 milhões de dólares, com um aumento de 2%, em comparação com os 161,8 milhões do segundo trimestre de 2012. O lucro não-GAAP por acção foi de 0,83 dólares, um aumento de 8% face ao segundo trimestre de 2012.
  • Receitas diferidas: A 30 de Junho de 2013, a Check Point obteve receitas diferidas de 580,4 milhões de dólares, com um crescimento de 8% face aos 536,6 milhões registados a 30 de Junho de 2012.
  • Fluxo de tesouraria: O fluxo efectivo por operações foi de 204,7 milhões de dólares, com um incremento de 30%, comparado com os 157,5 milhões do segundo trimestre de 2012.
  • Programa de recompra de acções: Durante o segundo trimestre de 2013, a Check Point recomprou 2,9 milhões de acções, por um custo total de 142,8 milhões de dólares.
  • Saldo em numerário e valores negociais: 3.570,7 milhões de dólares a 30 de Junho de 2013, que representam um incremento de 368,9 milhões comparado com os 3.201,8 milhões de dólares a 30 de Junho de 2012.

Metas empresariais

A transformação da família de appliances da Check Point, que começou em 2012, foi concluída com a introdução de novos modelos de gama baixa, desenhados para responder às necessidades de segurança de PMES e sucursais, em concreto as séries 600 e 1100:

Série 600. Desenhada para responder às necessidades de segurança de pequenos negócios com menos de 100 empregados. A nova série 600 integra toda a arquitectura Software Blade da Check Point (Next Generation Firewall, IPS, Threat Prevention, etc.) com uma interface de utilizador extremamente fácil de usar e desempenho de até 1.5Gbps, a preços que oscilam entre os 365 e os 1100 euros. O modelo 600 foi, ainda, premiado recentemente com o Clear Choice Award da prestigiada revista Network World (ver mais abaixo).

Série 1100. Concebida a pensar nos escritórios remotos de grandes organizações, e optimizada para desenvolvimentos a grande escala em centos de sucursais. A série 1100 oferece aos clientes a capacidade de utilizar a arquitectura Software Blade com funcionalidades de gestão corporativa centralizada, e oferece níveis de rendimento de até 1.5Gbps, a preços dentre os 550 e os 1840 euros.

Foi ainda apresentada uma nova série de appliances para o centro de dados, que complementa as já existentes 12000 e 21000:

Série 13000. A appliance 13500, a primeira da nova família 13000 da Check Point, oferece rendimento e segurança de alto nível, aproveitando um amplo espectro de optimizações de software e aceleradores que, por sua vez, permitem uma optimização na utilização do hardware, com níveis de rendimento de até 77Gbps, a partir de 72680 euros.

Reconhecimentos da indústria

1ª posição no mercado mundial combinado Firewall/UTM. A Check Point manteve a sua posição como o primeiro fabricante a nível mundial em vendas de soluções combinadas de Firewall e UTM, tanto em 2012 como no primeiro trimestre de 2013, segundo a consultora IDC no seu relatório trimestral Security Appliance Tracker.

Prémios Frost & Sullivan Malásia. A Check Point foi premiada como “Fabricante de Segurança do ano” pela consultora Frost & Sullivan na Malásia.

Prémios ComputerWorld Hong Kong. Prémio para as appliances Firewall/VPN 2012 e para o Software Blade de IPS.

Network World Ásia 2013 Awards. Prémio para as soluções Firewall/Network Security e Identity/Access Management.

Certificações do governo dos EUA e internacionais. A Check Point obteve várias certificações de grande importância, tanto do governo dos Estados Unidos, como a nível internacional, para as suas appliances de segurança e soluções de software.

Novo relatório sobre segurança móvel. A Check Point publicou o seu segundo relatório sobre segurança móvel, que revela que a maioria das empresas (79%) já sofreu algum incidente de segurança em dispositivos móveis durante o ano passado. O relatório quantifica o enorme crescimento do fenómeno BYOD (Bring Your Own Device), expõe a frequência e o custo dos incidentes de segurança móvel e identifica os principais desafios que enfrentam as organizações de todo o tipo e tamanho neste âmbito.

“Continuamos com o firme compromisso de oferecer aos nossos clientes os mais elevados níveis de defesa contra os riscos em cibersegurança”, sublinha Gil Shwed. “Com a nossa arquitectura única Software Blade, uma só gateway pode oferecer aos utilizadores uma protecção integrada que, de outro modo, poderia requerer até 15 produtos de segurança diferentes de múltiplos fabricantes”. “Continuamos a reforçar a segurança dos nossos clientes hoje”, conclui o director, “para enfrentar os desafios do amanhã”.


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