Dia da Mulher: a igualdade chega à tecnologia

08 mar
Press Releases

  • Oito em cada dez mulheres mostram interesse por dispositivos tecnológicos, com os quais gastam uma média de 667 dólares
  • Elas são mais activas em redes sociais, enviam mais mensagens a partir dos seus dispositivos móveis e realizam mais compras on-line(2)
  • Os tablets são os novos objectos de desejo para as mulheres, que são, ainda, as principais consumidoras de e-readers
  • Em redes profissionais como o LinkedIn, os sectores em que as mulheres superam os homens no uso de redes sociais são “segurança pública” e “redacção e edição”, enquanto partilham interesses em temáticas como “formação profissional” ou “serviços ambientais"(3)

As mulheres já não têm medo da tecnologia e mostram o mesmo interesse que os homens pelos novos avanços e dispositivos. Segundo um recente estudo da Well- Consumer Electronics Association(1) não há diferenças significativas entre sexos quando falamos de tecnologia. Oito em cada dez mulheres mostram-se interessadas e gastam uma média de 667 dólares por ano nestes dispositivos.

Os tablets são os novos objectos de desejo para as mulheres, que são, ainda, as principais consumidoras de e-readers

Quanto às diferenças, destaque para o modo como as mulheres encaram estes dispositivos, dando mais valor às vantagens que trazem para a sua vida quotidiana. Além disso, as mulheres enviam mais mensagens dos seus dispositivos móveis, são mais activas em redes sociais e realizam mais transacções online.

Em redes profissionais como LinkedIn, as mulheres mostram mais facilidade para fazer contactos que da forma “tradicional”. Os sectores nos que as mulheres superam aos homens no uso de redes sociais profissionais são segurança pública” e “redacção e edição”, enquanto compartilham interesses em temáticas como “formação profissional” ou “serviços ambientais"(3).


Deve estar sempre alerta para evitar ser vítima dos ciber-burlões A Kaspersky Lab oferece alguns conselhos de segurança especialmente pensados para a utilização que as mulheres fazem da tecnologia:

  1. Segurança no Facebook e companhia. Os cibercriminosos atacam os sites com mais vítimas potenciais, pelo que as centenas de milhões de utilizadores do Facebook ou de outras redes sociais são um bom alvo. É importante ter cuidado com os links que nos chegam e nunca clicar em nenhum que não seja da nossa absoluta confiança. Em caso de dúvida, é preferível verificar com o amigo a origem real destes links antes que um clique nos provoque uma infecção do equipamento.
  2. Cuidado com os dados pessoais. As redes sociais são uma plataforma perfeita para manter o contacto com pessoas de todo mundo, mas devemos ter muito presente que estas não se responsabilizam pela nossa privacidade. É fundamental partilhar informação sem medo de vê-la comprometida. Se não quer submeter os seus conteúdos mais pessoais a um mau uso, simplesmente não os publique!
  3. Cuidado com as pechinchas. Todos nós gostamos de uma boa promoção, mas devemos ter em conta que este é outro dos esquemas preferidos dos cibercriminosos para obter os nossos dados bancários. Proteja o seu computador com um software de segurança apropriado, verifique que as páginas onde faz compras são de confiança e, sobretudo, fuja das ofertas “demasiado incríveis”.
  4. Utilize bem as suas passwords. As senhas só nos proporcionam segurança se forem suficientemente complexas. As normas básicas são: não partilhe as suas passwords; não utilize palavras que existam no dicionário: misture maiúsculas, minúsculas e números ou símbolos; e jamais use a mesma password para vários serviços.
  5. Faça uso do seu senso comum. Na vida digital, tal como na analógica, o senso comum é outra arma que devemos sempre utilizar! Aplique-o quando se encontrar numa situação suspeita e actue tal como o faria na sua vida real.

[1] http://www.ce.org/Press/CurrentNews/press_release_detail.asp?id=12292

[2] www.huffingtonpost.com/2011/09/23/women-use-social-media-more_n_978498.html

[3] Estudo LinkedIn http://www.puromarketing.com/16/10286/linkedin-como-usadas-redes-sociales-profesionales-hombres-mujeres.html